sexta-feira, outubro 10, 2008

Campeão de audiência

A TV justiça reprisa neste sábado, 11, às 15h, a sessão plenária do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) da quinta, 9. Nela é que os ministros decidiram devolver para o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) o processo de registro do candidato a prefeito de Campos, Arnaldo Vianna (PDT).

4 comentários:

Anônimo disse...

Acompanhamento Processual e PUSH - Tribunal Superior Eleitoral

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Obs: Este serviço é de caráter meramente informativo, não produzindo, portanto, efeito legal.
PROCESSO: RO_ Nº 1313 - RECURSO ORDINÁRIO UF: RJ
JUDICIÁRIA
MUNICÍPIO: RIO DE JANEIRO - RJ N.° Origem: 3761
PROTOCOLO: 182522006 - 16/09/2006 11:30
RECORRENTE: ARNALDO FRANÇA VIANNA
ADVOGADO: JOÃO BATISTA DE OLIVEIRA FILHO
ADVOGADO: VIVIANE CORONHO
ADVOGADO: JOSÉ SAD JÚNIOR
ADVOGADO: RODRIGO ROCHA DA SILVA
ADVOGADO: GUSTAVO FRANÇA
ADVOGADO: THIAGO LOPES LIMA NAVES
ADVOGADO: IGOR BRUNO SILVA DE OLIVEIRA
ADVOGADO: RODRIGO RIBEIRO PEREIRA
RECORRIDO: MINISTÉRIO PÚBLICO ELEITORAL
ASSISTENTE DO RECORRIDO: RENATO COZZOLINO SOBRINHO
ADVOGADO: JAIRO DE SOUZA VIEIRA
ADVOGADO: FERNANDO NEVES DA SILVA
ADVOGADO: HENRIQUE NEVES DA SILVA
RELATOR(A): MINISTRO CAPUTO BASTOS
ASSUNTO: RECURSO ORDINÁRIO, INDEFERIMENTO, REGISTRO DE CANDIDATO, DEPUTADO FEDERAL, ELEIÇÕES, (2006), DESAPROVAÇÃO, PRESTAÇÃO DE CONTAS, TRÂNSITO EM JULGADO. FUNDAMENTO LEGAL: ART. 1º, I, G, DA LEI COMPLEMENTAR 64/90
LOCALIZAÇÃO: SPR-SECRETARIA-GERAL DA PRESIDÊNCIA
FASE ATUAL: 06/10/2008 16:29-Recebido

Anônimo disse...

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Obs: Este serviço é de caráter meramente informativo, não produzindo, portanto, efeito legal.
PROCESSO: RO_ Nº 1313 - RECURSO ORDINÁRIO UF: RJ
JUDICIÁRIA
MUNICÍPIO: RIO DE JANEIRO - RJ N.° Origem: 3761
PROTOCOLO: 182522006 - 16/09/2006 11:30
RECORRENTE: ARNALDO FRANÇA VIANNA
ADVOGADO: JOÃO BATISTA DE OLIVEIRA FILHO
ADVOGADO: VIVIANE CORONHO
ADVOGADO: JOSÉ SAD JÚNIOR
ADVOGADO: RODRIGO ROCHA DA SILVA
ADVOGADO: GUSTAVO FRANÇA
ADVOGADO: THIAGO LOPES LIMA NAVES
ADVOGADO: IGOR BRUNO SILVA DE OLIVEIRA
ADVOGADO: RODRIGO RIBEIRO PEREIRA
RECORRIDO: MINISTÉRIO PÚBLICO ELEITORAL
ASSISTENTE DO RECORRIDO: RENATO COZZOLINO SOBRINHO
ADVOGADO: JAIRO DE SOUZA VIEIRA
ADVOGADO: FERNANDO NEVES DA SILVA
ADVOGADO: HENRIQUE NEVES DA SILVA
RELATOR(A): MINISTRO CAPUTO BASTOS
ASSUNTO: RECURSO ORDINÁRIO, INDEFERIMENTO, REGISTRO DE CANDIDATO, DEPUTADO FEDERAL, ELEIÇÕES, (2006), DESAPROVAÇÃO, PRESTAÇÃO DE CONTAS, TRÂNSITO EM JULGADO. FUNDAMENTO LEGAL: ART. 1º, I, G, DA LEI COMPLEMENTAR 64/90
LOCALIZAÇÃO: SPR-SECRETARIA-GERAL DA PRESIDÊNCIA
FASE ATUAL: 06/10/2008 16:29-Recebido

Anônimo disse...

Vou votar no 15 pra livrarnos de novas eleições, não aguento mais e Campos não merece!!

Flávia D'Angelo disse...

Olá, tomei a liberdade de trazer um argumento coerente e consciente, de uma pessoa que muito admiro, pelo seu caráter, senso crítico e humanidade.Bom para elevarmos ao nível merecido de um debate numa hora tão sofrida para os campistas que realmente amam sua cidade, e que pensam no coletivo, não somente em seus próprios umbigos(ou bolsos):
Quinta-feira, 9 de Outubro de 2008
Um dilema necessário

Algo de podre no ar!
Sinto o odor fétido espraiado no ar da planície.
E vem do planalto central.
Uma questão considerada das mais insignificantes dentre as que estavam sendo analisadas pelo foro mor eleitoral.
Surpreendentemente é a análise mais adiada e demorada de todas. Análise complexa com entradas e saídas de personagens importantes do cenário.
Por fim, uma decisão estapafúrdia: considera-se que há condições de elegibilidade do acusado, mas há ainda mérito a ser julgado.
Festa na cidade!
Haverá um segundo turno das eleições campistas.
Os candidatos que foram derrotados são o fiel da balança.
Eles é que resolverão neste curto espaço de tempo quem é o mais indicado.
Eu fico com a opção de escolher a alternância de poder.
O poder em nossa cidade, de estruturas carcomidas por uma oxidação perniciosa, necessita de alterações, ao menos no terceiro escalão.
Este terceiro escalão do poder é infestado por uma espécie de erva daninha que está matando a alma cidadã. Algo do elan vital de nossa acrópolis morre a cada notícia de alguém que enriqueceu da noite para o dia, de alguém que comprou um apartamento de quatro suítes, de projetos multimilionários aprovados, de muitas e muitas superfaturações.

Do outro lado, encontram-se as figuras do casal Garotinho que tenta retornar a arena política depois de duas insatisfatórias experiências no governo estadual.
Esse casal acha dura oposição nos funcionários públicos estaduais, principalmente os professores. Estes alegam que foram maltratados por Rosinha quando esta era sua governadora.
Não posso discutir os detalhes, pois não os vivi.
Todavia, como é urgente a alternância do poder em nossa pobre cidade, eu peço que os funcionários públicos estaduais façam uma avaliação como campistas e optem pela alternância do poder, como saída providencial para nossa cidade, dando a Rosinha uma oportunidade.
Uma oportunidade de retratar-se, de redirecionar sua ação na política e retornar um dia, quem sabe ao cenário nacional.

Peço aos que estão indecisos ou os que votaram na minha amiga Professora Odete que optem pela Alternância de Poder em Campos! Mesmo que não seja a sua opção original. É a opção possível!
Peço que não lavem as mãos diante do sangue das crianças maltratadas, de jovens desesperançados, de velhos desassistidos, de professores, médicos, dentistas, enfermeiros, técnicos os mais diversos, que não podem assumir sua vaga nos quadros do serviço público municipal, pois estes estão ocupados por grileiros do emprego legal. São cerca de 30 mil grileiros injustamente ocupando a vaga de um honesto concursado. Quantos eu conheço que esperam a sua chamada, após ser aprovado honestamente em concurso!

É diante disso que muitos esperam manter as “mãos limpas” nos aparentemente digno voto nulo.

Não meus amigos, o voto nulo é uma ação pilatesca. Ele não quer sujar-se na condenação de Jesus e abstém-se de julgar.
O voto nulo é um abster-se de escolher um que fatalmente nos governará.
“Mas eu não sujarei as minhas mãos com nenhum dos dois.”
Como não?
Ao anular o voto, abdicando do direito de dizer “sim” ou “não” a atual administração municipal, representada nesta eleição plebiscitária pelo Arnaldo, vê-se dois erros:
1- Manter-se em posição confortável e supostamente “acima do bem e do mal”. Qual o erro dessa decisão? Ninguém pode colocar-se em posição neutra diante de questões graves, pois somos
necessariamente cidadãos e vivemos de nossas escolhas.
A pretensa neutralidade pode estar escondendo um sentimento de superioridade.
2- Ao ser um beneficiário dos serviços municipais, podemos nos sentir um dia que abusamos em sermos usufrutuários que não puderam ao menos, participar da escolha.

Portanto, peço sinceramente o voto para Rosinha, com alternativa de reformulação total do primeiro, segundo e terceiro escalões do poder, o que fatalmente dará ares de renovação política, econômica, cultural, social e moral em nossa Campos.
Postado por Flávio Mussa Tavares

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