domingo, maio 24, 2009

O audiovisual da Web

Apesar de o You Tube ser o grande celeiro de vídeo da Web, muito pouco (ou, pra dizer a verdade, nada)de seu conteúdo explora as potencialidades do meio. Mas ainda há lugares em que podemos constatar experiências de audiovisual com as propriedades da Web.

O jornal argentino Clarin realizou duas excelentes matérias audiovisuias que utilizam o que poderá ser a nata dos vídeos na internet daqui a alguns (muitos) anos. Confere aí:

Borges en Clarín

Malvinas - La vida despues de la muerte

4 comentários:

Anônimo disse...

Toda educação está triste com o que está acontecendo com os professores. Estão sendo humilhados, massacrados, por conta do pessoal que Dona Auxiliadora trouxe do Estado. São pessoas que nao tem nenhum preparo, eles tem uma visao do que acontece no Estado, que é totalmente fora da realidade do municipio,enquanto, a Secretaria vive se escondendo, nao dá as caras, vive num mundo abstrato, nao atende ninguem, deixando as coisas acontecerem e ficar por conta dessas pessoas despreparadas que vieram do Estado, chegando ao ponto, de juntar turma para sobrar professores, mas por fim aquela professora que saiu de determinada escola, fica em casa sem trabalhar, aguardando escola, porque aquela professora dá aula em outro horário em outra escola, veja voces, quanta confusão. ai eu pergunto: e o SEPE? onde está? essa situação só vai parar quando morrer alguns professores de enfate,de estresse, ai todos vão acordarem.

Gustavo Alejandro Oviedo disse...

João, desconhecia essas duas materias feitas pelo Clarin. obrigado pela informação.

Débora da Vitória de Jesus. disse...

Muito bom! Vi tudo e gostei muito. daria um título para:

"A visão ainda é."

Amaro disse...

Ao que tudo indica este governo vai conseguir o que a incompetência e a má gestão do governo Mocaiber tentou, mas não conseguiu, ou seja, acabar com o HGG ou pelo menos com sua proposta.
O HGG quando foi criado, trazia em seu bojo uma proposta inovadora e tendo como foco a humanização e a qualidade do atendimento prestado aos pacientes do setor público de saúde, por exemplo, era o único hospital que possuía solários ao lado das enfermarias e que agora vão ser ocupados por construções, obrigando aos pacientes (que no inicio eram chamados de clientes) a ficarem restritos ao leito. Além de ter sido equipado com a mais moderna tecnologia existente na área da saúde, que foi sucateada durante o governo Mocaiber. Tecnologia essa, que não era encontrada na maioria dos hospitais particulares de Campos.
Com a mudança de governo surgiu à esperança de se ver o retorno da qualidade da assistência prestada e o funcionamento do hospital em sua plena capacidade, mas infelizmente não foi isso que aconteceu. As medidas que estão sendo tomadas, até o momento, demonstram que o setor de internação do hospital vai virar um grande depósito de doentes, em que o que importa é a quantidade de pacientes internados e não a qualidade e a resolutividade da assistência prestada. Além de permanecer o sucateamento dos equipamentos dos setores de diagnostico.
Primeiro, o atual governo, acabou com o Programa de Internação Domiciliar (PID), que permitia retirar os pacientes (em sua maioria idosos) mais rapidamente do interior do hospital, continuando com o tratamento em casa. Evitando assim, o risco de adquirir uma infecção hospitalar, além de permitir o retorno do paciente ao convívio familiar mais rapidamente e a liberação do leito para outro paciente que necessite. É importante ressaltar que os pacientes que estavam sob regime de internação domiciliar, contavam com uma equipe composta por: médico, enfermeiro e técnicas de enfermagem, que os visitavam diariamente, além do hospital fornecer os medicamentos e os equipamentos médicos hospitalares necessários a sua assistência e ao seu conforto. Esse tipo de atendimento só tem similar na saúde privada, em que é conhecida como Home Car. E agora também terminam com o Programa Humanizar, que tinha por objetivo minimizar o sofrimento e a solidão do paciente internado, para criar um setor de pé diabético, na verdade, sem eufemismo, uma enfermaria para recuperação de amputados. Isso é uma vergonha, estão assumindo que a solução para o paciente diabético do SUS é a amputação. O tratamento do paciente diabético é a prevenção das conseqüências da doença, têm de ser feito obrigatoriamente e preventivamente nos postos de saúde. Ao criar uma enfermaria desse tipo, o gestor público reconhece que foi incompetente na implantação e na gestão de políticas públicas, para evitar que se chegue ao extremo de mutilar uma pessoa. Por essas e por muitas outras questões, é lamentável ver como a saúde pública está sendo gerida em nosso município.

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