[momento am]
Abraço para o caro amigo Elisael Barros, que virou líder da oposição no movimento de servidores da Uenf por mais uns caraminguás num tal plano de cargos e não sei mais o quê.
segunda-feira, maio 24, 2004
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Vitor Menezes
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[momento césar ferreira]
As praças do bairro onde moro vivem infestadas de sujeitos com aqueles cachorros nada simpáticos. Quando não estão ameaçando ninguém, estão fazendo cocô na areia do parquinho onde as crianças brincam. Outro dia eu ia reclamar com um cara, mas fiquei com medo de tomar uma cabeçada. Não é assim que eles reagem quando reclamamos de alguma coisa?
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Vitor Menezes
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Serviço de utilidade privada
Ei, alguém aí tem notícias da Renata Reis? Preciso falar com ela urgentemente.
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Vitor Menezes
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domingo, maio 23, 2004
Saudade Pistoleira
Sim, infiéis. Aqui, eu estou sorrindo. Não é montagem de photoshop. Há motivos.
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Jorge Rocha
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sábado, maio 22, 2004
Anti-Arnaldo
Este domingo (23/05) será o "Dia D" para o grupo de Garotinho em Campos (RJ). Em uma pré-convenção, será escolhida a pessoa que vai concorrer à Prefeitura de Campos pelo PMDB. Sete candidatos a candidatos disputam a vaga. Ao que parece, o preferido de Anthony Garotinho é Pudim - o Geraldo Siqueira. Diga-se, ainda vice-prefeito do município. A programação vai acontecer a partir das 15h, no Batistão.
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Anônimo
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Entrevista com o jornalista
Você percebe que está ficando velho quando começa a ser procurado para dar entrevistas. Tive essa exata sensação quando fui abordado, dia desses, por Tanize Costa, aluna da Oficina de Produção Textual – ou algo do tipo -, capitaneada pelo professor Sérgio Arruda, na Uenf. Aproximando-se timidamente e me chamando pelo nome, Tanize – até então, uma desconhecida - perguntou se era possível que eu desse algumas opiniões sobre, ora, vejam só, blogs, para um trabalho. Respondi que sim, claro, sem problemas. Dias depois, chega ao meu email um texto dela, apontando as questões que eu deveria abordar. Não lembro se estava bem ou mal-humorado quando respondi, mas acabei encarnando o Crooner Dissidente e escrevendo algumas considerações. Acabei achando o resultado bem engraçado. Enjoy it.
“As questões que gostaria de saber de você estão relacionadas a internet como meio de divulgação literária, um meio alternativo dado o restrito mercado literário brasileiro. Se você crê ser este um meio mais democrático, ou o é apenas com relação aos que já tem acesso esse meio, ou seja, já há uma espécie de triagem com relação ao uso da internet.
Triagem ? Algo como "somente os eleitos acessarão o mundo livre da web" ? Ou "creia no click de enter e será liberto" ? Não se esquente muito com esse tipo de resposta. É que estou ouvindo Tom Waits enquanto escrevo. Daí, frases como essas inevitavelmente acabarão surgindo ao longo deste texto. Mas vamos em frente. A Internet, ou melhor, a literatura publicada neste meio, não é exatamente uma alternativa ao restrito mercado editorial. Para mim, tem um caráter de experimentação e divulgação, pontos estes que não possuíam a mesma maleabilidade em outros meios. É aquela história de custo zero e que tais, mas não é um fim em si mesma. Não conheço nenhum escritor que despeje seus textos em sites e blogs que não queira publicar um livro impresso - isso se já não tiver sido publicado. Dessa forma, me arriscaria a dizer que, em certos casos, esta produção literária escoada na Internet é muito mais uma estratégia de marketing do que uma necessidade de produzir literatura. Claro, este panorama está sendo bastante modificado, porque é perceptível o "surgimento" de escritores que estão dispostos a discutir produção literária em meios como este, aliando esta proposta ao marketing. O que é bastante saudável. Talvez até mesmo possa fazer bem aos neurônios. Vou conversar com meus médicos a respeito disso.
A sua visão com relação aos blogs, se são apenas diários eletrônicos, se são válidos enquanto meio de divulgação literária.
Ora, blogas, digo, bolas ! Blogs são ferramentas. E só. Não é questão de pensar para que servem, mas sim o que se vai fazer com isso. O blogueiro - valha o termo - é que vai dar vida à esta publicação, é óbvio. Se quiser estabelecer que haverá discussão e produção literária, assim será. Manja aquela história lendária sobre golens ? São criaturas feitas de lama e barro que ganham vida após colocar um certo símbolo em sua testa - chamado de emmeth, salvo engano. Assim que despertam, obedecem à vontade do dono. Então, vamos a uma frase de efeito: os blogs são os golens interconectados dessa nossa era muderninha.
E se são válidos enquanto meio de divulgação literária, os comentários são sempre válidos, funcionando como interlocutores, ou se restringem a tietagens e/ou pedantismos.
Os blogs literários são os principais elementos no processo de escoamento e discussão sobre produção textual. Seu caráter de interconexão, aliado às possibilidades de dar opinião, meter o bedelho, tornam estes blogs - atenção: estes blogs - ferramentas utilíssimas no que eu posso chamar de fomento à inteligência. Imagine você entrando em contato direto com aquele escritor ou escritora cujos textos te encantam, podendo argumentar sobre este ou aquele trecho, sobre determinado estilo literário, sobre a produção atual da literatura brazuca ? Agora, páre de imaginar e olhe pra tela do computador conectado e perceba que esta atitude está crescendo e encorpando. Trata-se de uma teia, uma máfia, um conluio. Mas a ficha exata sobre isso ainda não caiu. Salto de bungee-jumping por diversos blogs literários e o que pude perceber, em relação aos comentários, é que raramente as pessoas mais antenadas e com disposição para argumentar, deixam seus rastros opinativos. Em geral, o sistema de comentários é utilizado como um mural de recados. Acredito que haja uma certa preguiça (mental, será ?) da nossa parte, no momento de usar esse sistema. Penso que ainda estamos aprendendo a manusear ferramentas como essas.
Também gostaria de saber se você acha que o blog/sites literários podem vir a incentivar a leitura para além da literatura de internet, assim como podem realmente facilitar a entrada de um escritor no mercado literário tradicional.
O conceito exato da palavra "interconexão" deve ser apreendido todos os dias, talvez até repetido como um mantra, para que possamos entender que esta mídia, a Internet, não é, definitivamente, algo ensimesmado.Não publicamos na Internet apenas porque não dispomos de recursos para colocar todas essas palavrinhas em livro impresso. Temos aqui, como já especifiquei lá em cima, olhe lá, uma dupla dinânica: experimentação e divulgação. Há vários casos, no Brasil, de autores que publicaram livros depois de escrever em blogs. Não vou citar nomes, porque não gosto de algumas publicações dessa leva. Mas estes são fatos que não se pode negar. Há um incentivo sim, tanto à busca por autores com os quais você se identifica quanto em relação ao crescimento de uma certa, digamos, preocupação com a literatura contemporânea brasileira. Fique atenta e siga os bons: você não perde por esperar”.
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Jorge Rocha
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sexta-feira, maio 21, 2004
[momento César Ferreira]
Como é de conhecimento amplo, geral e irrestrito, o caro amigo César Ferreira é uma pessoa de gênio difícil. Na verdade, "pessoa de gênio difícil" é eufemismo para dizer que ele reclama de tudo, abusivamente, sem parar, sem trégua, sem descanso, de maneira que o mundo fica parecendo uma grande bola de estrume úmido. E é justamente por isso que sou amigo dele. Mas para que eu estou dizendo tudo isso ? Muito simples, Pedro Bó ! A partir de agora, fica instituído o [momento César Ferreira], para toda ocasião em que qualquer um dos urgentistas publicar um post rabugento e reclamão. E é como já dizia o profeta: a raiva vai nos salvar, ouié.
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Jorge Rocha
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O império se expande
Semana estranha essa. Recebo duas boas notícias. A primeira: o livro de registros fotográficos de Wellington Cordeiro será lançado em breve, muito breve. Wellington - que teima com essa mania de ser fã do Sebastião Salgado - teve a manha de escolher alguns amigos para "legendar literariamente" as fotos. Entre estes amigos, estão André Luiz Arêas, Orávio de Campos Soares, Avelino Ferreira e eu - acho que o único que se recusou a escrever poesia neste livro, ahá. A segunda notícia: o curta "Rodeado de gente", de Alexandro F e André Zamana, está entre os 36 selecionados para serem exibidos no festival de curtas universitários da UFF. E ainda tem gente que não crê na veracidade da máxima da frase que dá título a este post. Bando de hereges !
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Jorge Rocha
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Eu não estou
Lembro da "entrevista" que Uóli fez comigo, certa vez. Nesta "entrevista", eu era apontado como uma espécie de recluso. E era mesmo, para dizer a verdade. O tempo passa, o tempo voa, e eu acabei deixando um tanto de lado essa imagem - que, na verdade, é o que eu sou mesmo. Hora de voltar às origens. Dá licença.
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Jorge Rocha
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quarta-feira, maio 19, 2004
E nós?
A Prefeitura de Niterói e a Petrobras vão construir um puta centro de cinema. Que inveja! Quando é que teremos projetos como este aqui?
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Vitor Menezes
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O Diário
“Diário de motocicleta” faz jus aos aplausos da crítica. A trilha sonora delineia as paisagens latino-americanas com a alma dos personagens que passeiam pela tela. O único “porém” é a propaganda que se faz para, talvez, fundamentar isto. Ao final do filme, quando todos pensam que seria a vez dos créditos, uma tela negra faz os espectadores pararem para ler as últimas informações, compondo um religioso silêncio. Um minuto de silêncio para a morte das utopias. Em seguida, todos, ainda de pé, resistem e, sem perder a ternura, acompanham uma nostálgica canção com as fotografias da viagem. A utopia, afinal, era real.
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Felipe Sáles
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terça-feira, maio 18, 2004
Alunos de Comunicação sem voz I
O Conselho Superior da Fafic decidiu ontem que os alunos continuarão sem ter direito a voto nas próximas eleições para a Coordenação de Comunicação Social. A decisão foi a resposta ao requerimento do Centro Acadêmico de Comunicação Social, que, em assembléia, decidiu pela proposta considerada mais viável: voto dos representantes de turma com 1/2 peso em relação aos professores. Estes, por sua vez, terão direito a voto apenas se forem contratados; quem tem contrato temporário possui todas as obrigações dos demais, menos os mesmos direitos. A cerimônia de reeleição acontecerá na próxima segunda-feira, mantendo na situação (há... 20 anos?) Andral Tavares e Orávio de Campos. Como lembrou Gerson Dudus, da chapa de oposição ao lado de Crisolícia, tudo isso acontecendo num ano em que se celebra 20 anos das Diretas Já e 40 anos do Golpe Militar.
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Felipe Sáles
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22:16
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Alunos de Comunicação sem voz II
A esperança é de que o Diretório Acadêmico compre a briga para que mudanças sejam feitas nas próximas eleições, não só da Coordenação de Comunicação como dos demais cursos (que têm o mesmo processo eletivo), já que são os alunos, afinal usuários diretos do serviço, os mais habilitados para melhor avaliar a situação (é a partir dessa premissa, aliás, que a Fafic costuma promover uma tal avaliação institucional, que até hoje só serviu para gastar papel e diminuir o tempo das atrasadas aulas). O argumento utilizado para não dar direito de voto aos alunos é de que os calouros não conhecem a realidade da faculdade, enquanto os veteranos seriam desleixados por estarem prestes a ir embora. É, então, de um cinismo sem tamanho pedir a opinião dos alunos (através da avaliação institucional) sem permitir que essa opinião tenha, enfim, alguma relevância. Por enquanto, fica combinado assim: na próxima quinta-feira, o C.A. promoverá uma eleição paralela a fim de expor a opinião do alunado, e conseqüentemente, sua insatisfação, caso o resultado seja diferente da provável reeleição da situação.
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Felipe Sáles
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Cotidiano II
Mais uma cena vista em Campos (RJ).
Esta pode ser encontrada na Avenida Alberto Torres,
perto da Câmara Municipal.
Clique AQUI e confira.
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Anônimo
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19:44
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segunda-feira, maio 17, 2004
Cotidiano
Esta cena AQUI é vista muitas vezes na Avenida Pelinca, em Campos (RJ).
Clique (em aqui) pra ver.
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Anônimo
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Ao que interessa
A Newsweek dessa semana é que, realmente, fala em uma preocupação nacional com o governo do presidente Lula.
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Vitor Menezes
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18:09
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Universidade do voto fluminense
Pode ser justa a reinvindicação da criação da Universidade Estadual do Noroeste Fluminense, como noticiado aqui. Mas com a Uenf sem dinheiro para pagar conta de telefone, a idéia parece factoide em ano eleitoral.
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Vitor Menezes
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sábado, maio 15, 2004
Tempo voa?
É comum ouvirmos dizer ou dizermos que “a semana voou”. Se o tempo fosse humano e tivesse habilitação de trânsito, eu diria que tem pisado fundo no acelerador. Já que não é assim, pode-se deduzir que a nossa vida tem estado acelerada por responsabilidade de cada um de nós e da própria sociedade moderna (...).
Acima, pequeno trecho do artigo Tempo voador publicado semana passada, no Monitor Campista. Como é de praxe, após um tempinho de publicado, faço um link aqui, para o blog VERBO SOLTO (www.verbosolto.blog-se.com.br), onde tenho "armazenado" os textos. Então, vá até lá, e espero que a leitura seja-lhe agradável. Até!
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Anônimo
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18:01
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Moçada bacana
Ontem foi a minha vez de bater papo com o primeiro período de Comunicação da Fafic, no programa de intercâmbio velhos-novos organizado pelo JR. Bacana a moçada. Me suportaram educadamente por mais de uma hora. Também foi legal conhecer o blog da Dani e o homem-jornal Antônio Filho, que está com uns problemas de link mas, em breve, colocará no ar mais uma edição do seu Jornal Multimídia.
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Vitor Menezes
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sexta-feira, maio 14, 2004
Na Fafic
Convidada pelo professor de Jornalismo Online da Faculdade de Filosofia de Campos, o colega urgentista Jorge Rocha, estive nesta quinta, dia 13, falando aos alunos do primeiro período de Comunicação Social. Tema: BLOGS.
Pra mim, foi agradável. Desejo que também tenha sido pra galera presente. Aula? Não! Um bate-papo. Troca e acréscimo de conhecimento. Valeu, Jorge! Abração para os alunos que acessarem o Urgente!
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quinta-feira, maio 13, 2004
Rebanho conduzido
Depois perguntam porque nao gosto de sair de casa. Hoje encarei passeata de estudantes, reivindicando passe livre e cobrando alguma - aham - atitude da prefeitura. O problema nao era a passeata - acho excelente que a moçada se coce mesmo e mostre a cara. O que me encheu o saco foi ver, mais uma vez, estudantes profissionais da UJS, Ubes, UEE e afins comandando a passeata, do alto do carro de som, gritando palavras de ordem e desfiando bravatas. Tipos assim sao piores que baratas - se proliferam tanto quanto, mas sao ainda mais asquerosos e nojentos. E voces depois ficam dizendo que eu sou mal-humorado. Humpf.
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Jorge Rocha
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quarta-feira, maio 12, 2004
Nova literatura
Andréa del Fuego lança Minto enquanto posso (O Nome da Rosa Editora), sua primeira coletânea de contos, no próximo dia 25, às 18h30, na Livraria da Vila (Rua Fradique Coutinho, 915 - Vila Madalena - São Paulo). Para saber mais sobre a obra, clique aqui.
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Vitor Menezes
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Macaquices
Sobre a nomeação de 31 professores de religião, adeptos da teoria criacionista, Jeová (saravá!), um desses professores, argumentou: “tenho certeza que minha avó não é macaca”. Sobre o comentário pertinente do professor, o jornalista Sérgio Escovedo atirou: “Uma frase dessa provavelmente não é do neto de uma macaca, mas bem poderia ser de um irmão ou primo de burros e paquidermes”.
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Pitchefe
Não tem jeito. Campos está sempre querendo acompanhar o mesmo ritmo dos grandes centros, a novidade mais quente, a moda mais fashion. Não bastava exportar (aqueles) campistas para a Guanabara; veio a moda dos pitboys e, como não temos boate que se preze, o jeito foi adaptar ao metro quadrado com maior ocorrência de exploração e safadeza: as redações dos jornais. Play Man?! Putz…
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Felipe Sáles
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Aparições
Freiras faziam sexo numa escola para surdos. Governo Lula desafia a liberdade. Óvnis aparecem no México. Funcionário da Folha registrou queixa na Delegacia contra o patrão e depois foi ao jornal concorrente. Rosinha lançará livro “Que mulher é essa?”.
To entendendo mais nada...
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Felipe Sáles
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[momento am]
Parabéns amanhã para a Nossa Senhora de Fátima, em seu 87º aniversário de aparição para três pobres crianças.
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Felipe Sáles
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Chocado
Quem me conhece sabe da simpatia que tenho pelo governo Lula. Até para os infortúnios que provocaram a queda em sua popularidade eu via explicação razoável. Mas essa de cassar o visto do jornalista do NYT me deixou chocado. Temi verem confirmadas as acusações de despreparo para governar e de intolerância no trato com a imprensa - em relação à primeira, punha na conta do preconceito, e em relação à segunda tinha lá as minhas desconfianças. Por mais que me esforce, não consigo enxergar nada que possa justificar uma sandice dessa. Se não bastassem todos os motivos de ordem, digamos, democrática, a decisão é estrategicamente uma lástima: dá peso excessivo a uma matéria que poderia ter caído no descrédito e reforça a tese de que, realmente, o governo está descontrolado (já que reage de forma tão desproporcional em um assunto de menor relevância).
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Vitor Menezes
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