terça-feira, julho 06, 2004

Quanto custa o voto
De acordo com tabela divulgada pelo PT, que serve de referência para os candidatos do partido, uma campanha para vereador em cidades de 200 mil a 1 milhão de habitantes, caso de Campos, custa até R$ 300 mil. Nesta mesma faixa, uma campanha de prefeito custa até R$ 6 milhões. Tabela completa aqui.

Eleições na Fenaj
O pau começou a quebrar. Aqui.

Mutante
JR manda notícias e diz que está se adaptando bem a BH, só ainda não está "mascando capim no canto da boca ao entardecer". Já arrumou emprego numa Faculdade, que atende pelo sugestivo nome de Fumec, para dar aulas de jornalismo digital. Segue com mil planos na cabeça e pede que não abandonemos o Assis. Falta agora voltar a postar aqui no urgente!.

segunda-feira, julho 05, 2004

Chato
Você é chegado a um debate de idéias? Então convide o Ururau Irado para ouví-lo. Ele terá imenso prazer em oferecer contrapontos às suas colocações.

Esquentando
A Candido Mendes está começando a fazer os contatos para organizar um debate entre os candidatos a prefeito de Campos. Deve ser o primeiro da campanha.

Da imparcialidade jornalística
Do caralho o texto que o repórter Felipe Sales publicou no Blow-up sobre sua experiência com uma, digamos, fonte. A pauta não é das mais originais (talvez, a mais antiga do mundo), mas o jeito de contar a história...

domingo, julho 04, 2004

Alerta visual
O fotógrafo César Ferreira está publicando em seu blog, o blow-up, uma série de registros fotográficos de acidentes automobilísticos. Uma forma de chamar a atenção para a necessidade de mais prudência no trânsito e de melhoria nas condições das estradas. Veja lá.

sexta-feira, julho 02, 2004

Identidade
Quando eu nasci, há alguns poucos anos, as seguintes músicas despontavam:
Apesar de Você - Chico Buarque
Azul da Cor do Mar - Tim Maia
Bandeira Branca - Dalva de Oliveira
Foi um Rio que Passou em Minha Vida - Paulinho da Viola
Jesus Cristo - Roberto Carlos
Pra Frente Brasil - Coral do Joab
Bridge Over Troubled Water - Paul Simon
Let It Be - Beatles

Também descobri que foi o ano do filme "O meu pé de laranja lima". Mais tarde, já decifradora de letras, conheci a obra em livro e assisti à novela inspirada nesta obra.

Se tenho memória de elefante? Nada disso! Apenas acessei o link http://istoe.terra.com.br/gentedinamica/aniversario/index.asp descobri isso e outras coisas mais. Veja também!



Enquanto aguarda por restauração e valorização,
assim pode ser visto o Museu Histórico de Campos.

quinta-feira, julho 01, 2004

Fugitivo

Veja só. Eu sou mesmo um irresponsável. Não é que a primeira matéria-gonzo do jornal do TCC saiu mesmo no TextoVivo? E eu sequer fui capaz de trocar o nome dos indivíduos. PQP. Não quero nem ver a cara dos infelizes. Vou fugir. Só volto à cidade para pegar a carona do Cesar Ferreira rumo a Paraty no fds que vem. Adeus.

Bla bla bla
A TV Universitária está reprisando neste momento a gravação que fizeram do Café Literário com a nova safra de autores campistas na III Bienal. Meu Deus, como eu falei!

quarta-feira, junho 30, 2004

Dor silenciosa
Choro sem som, sem soluço. Dor profunda e calada. Sofrimento de uma mãe ao ver o filho algemado (...) Não sei a história. Mas vi que o rapaz é bem novo e a senhora, idosa. Vi que a dor é forte e deixa marcas. Vi que a dor vai além da vítima e do criminoso. Aliás, tenho visto(...).

Para ler o complemento do texto DOR SILENCIOSA, acesse www.verbosolto.blog-se.com.br


* Artigo publicado no jornal Monitor Campista em 22/06/2004.

Diário das detentas
Clique aqui para ler mais sobre o jornal ("Só isso") que detentas de Bangu lançam nesta sexta-feira. Está aberto um novo campo de trabalho para os coleguinhas. Achei a idéia ótima. A primeira edição traz artigo da presa Jorgina de Freitas, aquela que fraudou o INSS.

terça-feira, junho 29, 2004

Refazendo os laços
Vê se não some. Li isso há pouco no blog do Ururau, num comentário da Simone Pedro. E estava com isso ecoando na minha cabeça desde a última sexta-feira, quando a mesma Simone falou esta frase quando se despediu de mim, lá em casa, depois de termos gravado entrevista para a Inter TV junto com o Alexandro F.. Vê se não some. Esta é a promessa que andamos nos fazendo, nos dando conta da falta que faz o JR por aqui. Antes, sequer poderíamos imaginar não nos encontrar. Em algum momento, o Jorge ligaria e a intimação seria feita. Agora, estamos feito formandos da oitava série. Nos prometendo. Trocando telefones. Será que não sumiremos?

Agenda
Fechada a próxima apresentação da Mutável Saralho Band. Será na Academia Campista de Letras, no próximo dia 19, às 18h, após bate-papo deste que vos digita com Jules Rimet sobre os novos autores da terra plana. Acho que vai ser algo como depor no Senado.

Coluna Terra Plana
Ah, tem mais: a moçada deste grupo mutante que anda escrevendo contos por aí vai ter uma página chamada Terra Plana no jornal Palavrarte, da Academia, um tablóide bimestral com textos literários.

segunda-feira, junho 28, 2004

Faculdade Murphy

A última da querida Faculdade de Filosofia de Campos: uma amiga da minha sala, ao término do 7º e penúltimo período do curso, é informada só agora pelo professor Orávio de Campos Soares de que não teria entregue um trabalho no período passado. O problema é que ela entregou e, como é costumeiro com todos os professores da instituição, assinou a ata antes que sua nota estivesse ali assinalada – pois os docentes têm um prazo rígido para entregá-las. E não é a primeira vez que isso acontece por lá. Só que, no caso dela, como já estava pendente numa outra matéria, terá que RETORNAR ao sexto período, depois de cursar todo o sétimo e se envolver ativamente em seu TCC. Dá pra acreditar nisso?! E ainda, como as notas já foram enviadas ao MEC, nada mais resta fazer. Talvez.

Casca Dura

Eu avisei, eu avisei. Jorge Rocha estava indo para BH montar uma filial do Assis. Eis a prova irrefutável. O incauto, sob o psedônimo nada original de São Jorge Casca Dura, já deu o primeiro passo em seu plano rumo à expansão do império: montou um site no estilo “Tudo para seu bar”. Até os copos são iguais aos de Assis. E ainda teve a cara de pau de colocar musiquinha do Jota Quest como tema de abertura, querendo se passar por mineiro. Marketeiro! Traidor do movimento! Tinha que ser coisa de punk arrependido...

O royalty é nosso?
Está no ar a quarta edição do Boletim Petróleo, Royalties & Região, do Mestrado em Planejamento Regional da UCAM. A edição traz entrevista com o deputado federal Mauro Passos (PT-SC), que quer mudar o critério de pagamento dos royalties, estendendo-o de modo mais igualitário a todos os municípios. E ainda: pesquisa do Cepecam mostra que a maioria dos campistas sabem que a cidade é rica, mas não tem a menor noção de quantos milhões estão na roda. Para ler o boletim, clique aqui.

Recaída
César Ferreira agora está com uma palhaçada de ameaçar no blog quem fala mal dele, dizendo que está perto de descobrir de qual computador partiu a gracinha e coisa e tal. Parece coisa de uma gente estúpida que conheço. Só falta dizer que vai processar...

Terra plana chamando
Ei, JR, dá notícias aí da sua vida... Já leu a obra completa do Pedro Nava? Já foi na feirinha comprar buginganga? Já foi a show do Pato Fu na Pampulha? Já decorou todos os estados brasileiros que dão nome a ruas? Ah, mais importante: Já descobriu a diferença de preços entre a Turminha Feliz e a Pampers?

[momento am]
Abraço para o poeta Artur Gomes, que avisa a meio mundo, através do seu poderoso spam, que as fichas de inscrições para o VI FestCampos de Poesia Falada e para o XIV Concurso Nacional de Contos José Cândido de Carvalho estão no seu site.

domingo, junho 27, 2004

Promoção especial

Serviço de utilidade pública. Desde a terça-feira, uma padaria próxima ao Hospiutal Ferreira Machado está com uma promoção especial: Brizolinha a R$ 0,10.

A melhor propaganda da TV brasileira

Surge uma tela preta, com a logo da MTV ao fundo, enquanto uma voz raivosa destila: "Tédio, falta de criatividade, confusão, burrice e conformismo. Desliga a televisão e vai ler um livro!". Faltou apenas um mísero detalhe. É incrível a falta que um pequeno palavrão faz quando se quer enfatizar uma determinada questão. Leia de novo: "Tédio, falta de criatividade, confusão, burrice e conformismo. Desliga a televisão e vai ler um livro, PORRA!".

sábado, junho 26, 2004

Descaso
O Museu Histórico de Campos há tempo espera por uma restauração e pela valorização do que pode ser visto em seu interior. Clique AQUI e veja uma foto do museu.

sexta-feira, junho 25, 2004

Tchau

Deve ter algum motivo justificável (e ainda não publicado nos jornais), mas não entendo essa mobilização em torno do 56º BI, cujo próximo plano é promover um grande abraço e fechar a BR. O exército, afinal, não serve primeiramente para manter a integridade do território nacional? Nada mais justo que a cambada voe direto para a Amazônia proteger nossas fronteiras, ao invés de ficar aqui, recebendo dinheiro público para brincar de fazer flexões. “Vai abrir espaço para a construção de um presídio federal”? Bom, aí já é outra mobilização. “O exército salva os jovens da marginalidade”? Pois é, mas, onde fica a incompetência administrativa dos governantes que não oferecem oportunidades/condições dignas? Tudo isso cheira mais a bairrismo sendo posto à frente de patriotismo (duas besteiras, mas enfim). Seria mais proveitoso aproveitar as mãos dadas e dançar anarriê.

Jimmy in Rio

A TG já pode preparar a excursão. Jimmy Page, aquele, o discípulo do satã, estará no Rio de Janeiro em julho visitando a ONG Casa Jimmy, que ajuda a bancar, e aproveitará a ocasião para tocar com o Afroreggae, no Conexões Urbanas – série de shows gratuitos nas favelas. A apresentação deve acontecer no trecho que separa as favelas de Vigário Geral e Parada de Lucas, agora pacificadas. Enquanto isso, cantores de deus se esmeram em palanques políticos e show business da TV. Por falar nisso, alguém já tentou tocar disco gospel ao contrário? Brrr...

“História de amor acaba em zebra”

Em 25 de junho de 1954, O Globo deu a capa do jornal para o nascimento de uma zebra (!) num zoológico no Rio. O acontecimento foi ainda narrado com detalhes, desde o inicial desdém da fêmea até que tudo teve um final feliz. E com direito a foto. Deve ser chato viver num tempo em que todo mundo quer virar celebridade.

Previsões, horóscopos, umbadistas, redundâncias...

* A Folha 2 de hoje deu a capa para o pai Ivanildo. Esse cara é um sacana. Nos tempos de jornal A Cidade, fui incumbido de fazer uma matéria com o dito cujo, previsões de ano novo, enfim. Ao final da entrevista, ele calhou de jogar búzios para mim (sei bem se era isso não, uma porção de pedras sendo arremessadas numa vasilha). Vá lá: Ele disse que eu gostava muito de branco; eu estava usando uma camisa branca. Ele disse que eu tinha encontrado “o amor da minha vida”; eu estava namorando (ele a conhecia inclusive), o namoro de três anos já estava cambaleando, mas, vá lá. Nos despedimos, voltei ao jornal, redigi a matéria, fui para a casa dela. Tudo isso aconteceu à tarde. À noite, terminamos.
* Admito que talvez tenha sido vingança dos deuses. Naquele tempo eu gostava de brincar de reescrever horóscopo no jornal...
* Por falar nisso, alguém sabe dizer qual a relação que existe entre umbanda e homossexualidade? É tipo uma deserção espiritual gay? Uma forma de se promover “Pais” gays? Nada contra (desde que não arriem minha calça), mas é que a quantidade de umbandistas homossexuais foge do âmbito dos acasos.

Praga

Lendo o post do Vitor Menezes, lembrei de uma ida ao Rio. Esperando o metrô, um carioca começa a tagarelar e, em pouco tempo, diz que tem parentes por essas bandas; no ponto de ônibus, o papo com uma carioca revela o mesmo; no museu, estou crente que não encontraria nenhum conterrâneo, mas... ok, sou espiado pela estátua de Nilo Peçanha. Mais tarde no barzinho da esquina, violão vai, violão vem e, “opa!, você é de Campos?! Meu pai é de lá!”. Ahan, tá. Só pode ser perseguição, pensei. Desabafo com um amigo também campista que, como bom amigo e filho de campista, logo me consola: “Pior aconteceu com meu pai. Há muito tempo foi aos Estados Unidos e encontrou um brasileiro. Adivinha de onde ele era...?”. Tem jeito não. É quase uma praga que se dissemina pelo mundo. Vai, Seu Jorge. Talvez no futuro seu primogênito tenha o desejo de fazer o caminho inverso do pai.

[momento am]
Abraço para César Ferreira, o Smurf Ranzinza, que faz aniversário amanhã e convida todos em seu blog para um ato de fé cristã.

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