Outros tempos
Já comentei dia desses sobre as mudanças na Agência Brasil. Mais um exemplo: um dos destaques de hoje no Portal é a greve de 24 horas que os petroleiros prometem para amanhã. Olha só. Dá para imaginar uma coisa dessa em qualquer governo passado?
segunda-feira, junho 07, 2004
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Vitor Menezes
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Chamada
Atenção, moçada. Nada de esticar o feriado para sumir da cidade. No sábado, 12, começa a III Bienal do Livro de Campos, no Parque de Exposições da Pecuária. Na terça, 15, vocês já sabem, este que vos digita, Eugênio Soares, Jorge Rocha e Jules Rimet estaremos, às 19h, no Café Literário, batendo papo sobre a literatura campista da tal "nova safra".
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Vitor Menezes
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quinta-feira, junho 03, 2004
Impressões
A WTC, empresa do professor Wainer Teixeira Castro, vai virar WTC Editora e promete profissionalizar o mercado de livros na região. E o primeiro lançamento da nova editora será o livro Impressões, do nosso bravo coleguinha Wellington Cordeiro, no dia 18, no stand da Vozes na III Bienal do Livro de Campos. A obra traz fotos acompanhadas de pequenos textos literários de jornalistas, professores e escritores campistas.
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Vitor Menezes
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[momento am]
Abração para a coleguinha Patrícia Bueno e para a moçada do Monitor Campista, jornal que fez um registro bacana hoje sobre a presença dos tais, digamos, escritores da "nova safra" campista que estarão na terça, 15, às 19h, no Café Literário da III Bienal do Livro de Campos.
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Vitor Menezes
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Isso é que é feira do Livro
Que Flip que nada. Feira do Livro é o que vai acontecer amanhã, sexta-feira, na Feira da Roça, próxima à Rodoviária Velha, em Campos. Às 12h, a pesquisadora Delma Pessanha Neves, da Uff, vai lançar Do Imbé, novos horizontes. Processo de construção de um assentamento rural. A idéia do livro é publicar, em liguagem acessível, os resultados de sua pesquisa de doutorado sobre trabalhadores rurais.
O livro pela autora
"Este é um livro que reúne depoimentos de trabalhadores rurais que, integrados a um universo doméstico e fabril que se constituía em torno de uma usina de açúcar no município de Campos dos Goytacazes, estado do Rio de janeiro, viram, em poucos meses, o mundo desabado pela falência da empresa e pelo consequente desemprego. Acompanhando durante longo tempo a experiência destes trabalhadores no processo de sua constituição como assentados rurais, fui registrando depoimentos sobre os dicersos momentos da caminhada de lutas, conquistas e desânimos.
Neste sentido, salvo minha constribuição na organização e seleção de trechos dos depoimentos, na adequação da linguagem falada à escrita, este é um livro de autoria dos trabalhadores que se constituíram, mediante vinculação ao processo de reforma agrária, em pequenos proprietários e produtores agrícolas."
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terça-feira, junho 01, 2004
Denúncia bombástica
Uma manifestação pró-Arnaldo agora, no centro de Campos, deve contar com grande número de gente. O QG será na rodoviária antiga rumo à Praça São Salvador, onde se reunirão outros partidários. Dentre os quais, uma colega que trabalha no Navegar é Preciso, obrigada a participar da manifestação sob o risco de perder o emprego. Depois desse furo acho que vou pro Fantástico...
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Felipe Sáles
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Liberdade?! Han?!!
No Dia da Imprensa, o máximo que se fez por aqui foi reescrever (e olhe lá) release da programação da Semana da Imprensa da AIC. Nenhum editorial, nenhuma arte, agrado, materiazinha especial, nada, nada que se reflita sobre a importância da mídia e a necessária liberdade de empresa, ops, de imprensa na região. Falar isso parece até piada. E é, em vista do enforcamento coletivo diariamente protagonizado do alto das bancas de jornal, para o dissabor do martírio público. Talvez por maior identificação, o dia 1º de Abril tem merecido melhor atenção.
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Felipe Sáles
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ONU pró-MST
Invadir terras improdutivas e prédios abandonados é um direito legítimo dos miseráveis brasileiros. Essa foi a conclusão da ONU, através de seu relator especial para o direito à moradia, o arquiteto indiano Miloon Kothari. Seu argumento refere-se às favelas e cortiços como fruto de uma negligência histórica, e que o país tem movimentos sociais capazes de fazer justiça social. A informação estava enrustida numa quina de página do jornal O Globo de hoje – e que, por sinal, vem de encontro à matéria de capa dessa semana da revista Veja, escarrada naquele tom muito bem conhecido. O Miloon também disse que o Brasil precisa dizer não às exigências do FMI de cortar gastos sociais e subsídios aos miseráveis, já que, tal qual a África, “o governo brasileiro tem que usar o argumento dos direitos humanos para defender a condição de vida de sua população”.
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Felipe Sáles
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Churchill na área
O jornalista e escritor Winston Churchill Rangel deixou o sossego da Praia do Morro para passar temporada em Campos trabalhando no lançamento do seu Do Grande Medo. Na sexta, às 16h, tem pré-lançamento na Ao Livro Verde; e, às 19h, tem lançamento pra valer na Academia Campista de Letras, no Jardim São Benedito. O lançamento faz parte da 14ª Semana da Imprensa, promovida pela Associação de Imprensa Campista.
Palestra hoje
Hoje, Dia da Imprensa, tem coquetel e palestra com a jornalista, poetisa e escritora Nísia Campos Teixeira, diretora do jornal A Voz do Povo, de Bom Jesus do Itabapoana, sobre a imprensa no interior do país. Será às 20h, na AIC.
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Vitor Menezes
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Caraca!
Tenho em mãos, para ler com a solenidade devida a uma estréia, a revista Caraca!, que promete ser "alguma coisa para ler em Campos". De cara, gostei do nome e do slogan. Também gostei da bricadeira com o índio (na capa e na seção de humor). Mas há senões: o inconsistente projeto gráfico, cheio de altos e baixos, estão aquém do ótimo papel e da excelente impressão. E, no conteúdo, nada de novo, o que não deixa de ser preocupante para uma iniciativa que promete "surpreender". O projeto editorial parece mal definido e a promessa de ser uma revista que "não misture matérias com anúncios" começa sendo quebrada num suspeitíssimo "perfil" de um candidato a prefeito. Mas, ainda assim, que seja bem-vinda a nova revista.
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Vitor Menezes
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Dica
Taí um artigo bacana e sensato sobre a relação entre blogs e literatura.
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Vitor Menezes
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segunda-feira, maio 31, 2004
Entrevista de novo ?
Simone Pedro encarou a tarefa de me entrevistar para a revista Papiro, que será publicada dia desses aí. E o tema, como vocês podem adivinhar, é sobre blogs. Confiram a íntegra da bagaça aqui.
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Jorge Rocha
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domingo, maio 30, 2004
No entanto, se move
Estou caindo fora desta terra plana, contaminado que estou por Belo Horizonte, cidade onde vai nascer meu filho. O guri Eduardo, mistura mais do que bem-vinda de mineira com norte-fluminense, não terá muito por onde escapar, uma vez que a mãe também é escritora - oi, Ana Elisa Ribeiro. Vai ficar cercado de livros por todos os lados e ... Peraí ! "Também" ? Que "também" é esse ? Sim, hereges de plantão ! Este "também" está aí porque eu não abro mão de me auto-intular "escritor", com muito orgulho. Mas muito mesmo. Com mostarda e maionese, por favor.
É preciso explicar algo sobre este que vos escreve, para melhor entender este texto. Não faça essa cara xexelenta; essa explicação é estritamente necessária. Vamos à ela: sou um cara obcecado. Tenho essa mania feia de querer pensar, planejar, discutir, reavaliar e produzir literatura. O que me levou a procurar, até mesmo por força da profissão de jornalista, pessoas que tivessem esta mesma necessidade. Cutucando daqui e dali, surgiram intercâmbio de informações e amizades sendo concretizadas. Dia desses, acabei me vendo rodeado de escritores que viraram amigos. O mais importante dessa história: isso aconteceu aqui em Campos. Acabei encontrando nesta terra plana, pessoas que escrevem e conhecem e comentam e discutem tanto obras literárias clássicas quanto contemporâneas. Afinação e simetria com o Brasil inteiro por conta da literatura.
Daí que virei um crente. Minha profissão de fé: creio que a literatura opera prodígios. E as conexões provam isso. Em se tratando de literatura, acredito até mesmo em boas intenções. Sim, ó, ímpios descrentes ! As minhas, por exemplo, são as melhores possíveis. Incluindo aí o meu calculado desdém em relação à poesia. Entre estas ações práticas em prol da sobrevivência literária, está Paralelos, projeto editorial cujo objetivo é mapear a produção literária que está sendo desenvolvida nos grotões deste país, partindo do Rio de Janeiro. "Vinde a mim as letrinhas" poderia ser um bom slogan para resumir este projeto, que foi levemente inspirado na publicação da PS:SP, revista lançada no ano passado e que reúne doze autores que vivem em São Paulo.
O projeto conta ainda com o lançamento de uma revista-livro na segunda edição da Flip (Festa Literária Internacional de Parati), que acontece em julho. A primeira seção, chamada Paralelos, contará com autores nascidos ou radicados no Estado do Rio de Janeiro. Manja onde quero chegar: entre os autores selecionados, há três representantes de Campos – ahá ! A segunda parte, que leva o título de "Conexões", reunirá escritores de várias lugares do Brasil, mostrando o que há de produtivo na literatura brasileira contemporânea, cujos autores estão se interconectando. E esta ligação é claramente reforçada com revistas literárias do quilate de Ácaro, Coyote, Arraia Pajé Urbe e tantas outras que publicadas país afora e que têm conquistado projeção com o tempo.
Há movimento. E os escritores de Campos fazem parte dele. Percebe o desenvolvimento da simetria ? Suas possibilidades ? Você não perde por esperar.
Para fechar, uma outra explicação. Disse lá em cima que estou indo embora de Campos, assunto este que parece não ter a mínima relação com o teor deste artigo. Mas, creiam, isto é a base de tudo que estou escrevendo aqui. Histórias para contar para Eduardo não irão faltar. Mas quero ter uma história especial para contar para o meu filho, quando ele tiver idade suficiente para começar a compreender o que é literatura. Quero poder contar para ele que, em minha cidade natal, em determinada ocasião, tive o prazer de me juntar a outros escritores locais e que, em conjunto, ousamos investir tempo, dinheiro e uma grande dose de paciência em uma paixão. E que fomos correspondidos certas vezes, vendo resultados práticos desta obsessão. Também direi que os textos que chegavam às minhas mãos de pugilista calcário não ficavam devendo em nada o que eu via de outros pontos do país e que tal percepção me alegrava bastante.
Todo esse texto, no fundo, tem uma conotação egoísta, reconheço. Serve para dizer que eu quero que meu filho sinta orgulho do escritor que é o pai dele. Porque eu sinto orgulho em fazer parte de uma geração que se preocupa com a literatura, que se interconecta e que, aos poucos, vai movendo este nosso mundinho literário. Eppur si muove.
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Jorge Rocha
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sábado, maio 29, 2004
Sob encomenda
E, doravante, Jorge Rocha chamar-se-a Jó G. Rocha.
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Vitor Menezes
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sexta-feira, maio 28, 2004
[momento am]
Abração para o bravo Marcos Henrique da Silva Rosa, meu filósofo de cabeceira, que completou hoje 30 anos.
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quinta-feira, maio 27, 2004
Máfia
Mesmo com as passagens de ônibus urbano no Rio de Janeiro aumentando para R$ 1,60 no próximo sábado, ainda continuam sendo um exemplar paralelo do disparate cobrado nas roletas campistas. Com o dinheiro citado, é possível fazer uma viagem do Flamengo até a Barra, por exemplo, levando cerca de uma hora, sem engarrafamentos. Em outras palavras: tempo e distância equivalentes a uma passagem para Campos x Farol ou Campos x Grussaí. Sem falar na diferença de custo de vida e nas sucatas que trafegam por aqui.
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Cachaça Lula
Essa já não garanto a total veracidade, mas, em compensação, deu no jornal. O Instituto Nacional de Propriedade Industrial recebeu pedido de registro de marca para uma aguardente chamada Lula. Fico em Grussaí mesmo. Essa deve dar uma dor de cabeça filha da p...
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Felipe Sáles
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Órfãos de Zé Cândido ?
Os escritores campistas da assim chamada “nova safra” também terão vez na III Bienal do Livro de Campos, que acontece entre os dias 12 e 20 de junho. No dia 15, a partir das 19h, haverá a mesa de debates intitulada “Depois de José Cândido de Carvalho: os caminhos da escrita na planície goitacá”, que contará com este que vos digita, Vitor Menezes, Jules Rimet e Eugênio Soares. A idéia desta mesa é mostrar como anda a produção literária desta terra plana e o hiato, em termos de divulgação, em que nos encontramos, desde que Zé Cândido teve sua obra reconhecida. E para completar, haverá ainda apresentação de mais um “Olha pro sarau, Frederico !”, com a Mutável Saralho Band interpretando mini-contos destes escritores. O subtítulo deste sarau – lembrem-se: cada apresentação tem um subtítulo – é “Paulo César Pereio”. Não me perguntem os motivos.
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Jorge Rocha
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Etílico uai !
Quer tomar uma cachaça mineira sem ter que viajar para Minas Gerais ? Então, é melhor você andar com Felipe Sales. Ele garante que, em Grussaí, em um lugar chamado Bar do Mineiro – eu acho –, o simpático senhor que atendia no balcão serviu uma legítima. Com aquela frase peculiar: essa aqui é só pra você, viu ? Sales também garante que, em um certo estabelecimento erótico-comercial de Campos, servem uísque 12 anos. Penso seriamente em perguntar se ele não estaria interessado em comprar a ponte General Dutra.
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Jorge Rocha
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quarta-feira, maio 26, 2004
Politicamente antenados
Uma boa dica para jornalistas que cobrem área política, assessores de políticos e para os próprios políticos é a participação no seminário “Estratégias Políticas e Comportamento Eleitoral”, que será realizado nesta quinta-feira, a partir das 14h, em Campos, no auditório da ACIC.
A organização está por conta do Laboratório de Estudo da Sociedade Civil e do Estado (LESCE) da Universidade Estadual do Norte Fluminense. Marcus Figueiredo, diretor do Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro(Iuperj), tratará, dentre outros assuntos, de Mercado Eleitoral e Competência Estratégica entre Partidos.
Mais informações pelos telefones (22)2726-1580 ou (22)2726-1636.
É necessária inscrição para participar do evento.
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terça-feira, maio 25, 2004
Choradeira do Jorge
Dia desses confidencie a amigos o quanto tenho me sentido mal pelas amizades que deixei de ter na juventude. Não faz muito tempo, mas muitos já são impossíveis hoje. Outros poucos toparam a reaproximação, com cautela é verdade. Menos ainda os que se achegaram e sequer ocupam todos os dedos que a nicotina marca. E agora um deles se vai. Sentirei saudades de você véio. Beijundas.
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Salve Jorge!
Abraço ao mestre Jorge Rocha, a partir de hoje dono legítimo deste título. Maçãs e avelãs sobre a mesa.
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Oremos
O bravo JR defende hoje à tarde, na Uenf, a sua dissertação de mestrado na área de cognição e linguagem.
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Olinda
Está muito engraçada a foto, de Silésio Corrêa, do prefeito de São João da Barra, Betinho Dauaire, nos braços do "povo" na página 3 da Folha da Manhã de hoje. Com o seu candidato atrás, parece desfile de bonecos no Carnaval. Engraçada também está a cara de um dos sujeitos que estão carregando Betinho, do lado esquerdo do prefeito, com os olhos voltados para baixo, sério, e com o pensamento, provavelmente, nas contas que tem para pagar.
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Vitor Menezes
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Hemingway na III Bienal
O escritor, jornalista e tradutor, Luís Peazê, fará a leitura de trechos de Por Quem os Sinos Dobram, traduzido por ele para a recente edição brasileira da Bertrand - lançada na Bienal de São Paulo -, no primeiro dia da III Bienal do Livro de Campos, 12 de junho, às 15h, na Fundação Rural. Peazê é membro da Hemingway Society, entidade norte-americana que reúne biógrafos e estudiosos da vida e da obra do autor. Após a leitura, a professora Sonia Torres, doutora em Literatura Comparada, professora do curso de pós-graduação em Letras da UFF e fundadora e ex-vice-presidente da International American Studies Association, participa de debate sobre Hemingway com o tradutor.
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Vitor Menezes
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segunda-feira, maio 24, 2004
Recordações na pista
Tava lembrando, dia desses, numa conversa nublada por vapores etílicos, com um amigo - nao lembro mesmo quem - daquela vez em que Nelson Piquet deu um soco em um outro corredor que o levou a rodar e sair da pista. E eis que me deparo com um post sobre Piquet bem aqui, incluindo um link pro vídeo dessa cena. Preciso tomar cuidado. Minhas conversas talvez estejam sendo gravadas.
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Jorge Rocha
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Mais uma vez
Por 12 votos a 9, os professores Andral Tavares e Orávio de Campos Soares reelegeram-se na Coordenação de Comunicação Social da Faculdade de Filosofia de Campos (Fafic).
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Jorge Rocha
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1º aniversário
O VERBO SOLTO - blog que administro individualmente - completa hoje (24/05), um ano. Ele está hospedado no portal Comunique-se. Quer dar um presente? Vá lá e deixe um comentário, melhor, navegue nele periodicamente.
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Anônimo
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Cedendo
Pela primeira vez leio com alguma boa vontade um desses autores da tal nova geração. Tenho a dizer que esse menino aí, Joca Reiners Terron, é, realmente, como esse pessoal diz por aí, fodido de bom. Mas não se anime, JR, continuo achando esse negócio de transgressão uma palhaçada!
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Vitor Menezes
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Providências, providências
Precisamos, urgentemente, organizar um chá de fraldas para o JR.
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