Acaba logo!
Não aguento mais ouvir neguim perguntando quem matou Lineu. Pu-ta-que-pa-riu! (Opa, pode xingar aqui? Porra foi mal) E o pior é que já estou vendo assombrações: ontem passou um Lineu, vivinho da silva, desfilando lá na Fafic. Quase matei.
sexta-feira, junho 25, 2004
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Felipe Sáles
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Mudanças no Grupo Vasconcelos
A trama toda deu certo: A agente Ana Elisa Ribeiro, contratada pelo urgente!, conseguiu levar JR para Belo Horizonte e, agora, vamos ter um correspondente na capital mineira. O agente infiltrado e-duardo vem em julho, no reforço, para garantir a permanência do jornalista-escritor nesta sucursal. Agora, vamos fazer movimentos sórdidos de bastidores para enviar um correspondente para o Rio, já que o nosso, enviado muito antes do urgente! existir, se amancebou com um fotógrafo e não dá mais as caras por aqui. Tem também a praça de São Paulo, mas, reconhecemos, mandar alguém pra São Paulo é muita maldade.
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Vitor Menezes
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quarta-feira, junho 23, 2004
Convite à leitura
Toda terça-feira, no Monitor Campista, é publicado um texto de minha autoria no Monitor Mais - o segundo caderno do jornal. A seguir, o trecho de "Pasárgada, onde fica?". Se quiser ler este texto (e outros já publicados), basta navegar no blog VERBO SOLTO.
Pasárgada, onde fica?
Após muitos anos sem vê-la, encontrei uma antiga professora numa agência bancária (...). Eu estava ciente de que a mulher de cabelos alvos como a neve teria a preferência sobre mim (...). Aí, escutei seu nome e ouvi comentários sobre a mais recente dor que sofreu. Um triste caso de assassinato na família (...)
* Já disse, pra ler tudo, acesse o VERBO SOLTO. Espero você lá!
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Anônimo
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terça-feira, junho 22, 2004
Arrume sua casa para receber o céu
Não é minha intenção chamá-la de benhê, mô e bizarrices lóvistori congêneres. A sintonia é tão tanta que ela me escreveu, antes mesmo que eu pudesse colocar esta idéia impressa, pedindo para que nunca recorresse a clichês do gênero. Descanse, eu disse, conhecedor de que sempre existi mais do que probabilidade. Já estamos fora dos padrões, convenções e repetições de modos há algum tempinho. Aí estão o bebê predestinado e essa saudade pistoleira que não me deixam mentir.
E é justamente atingido por estas balas de prata que me pego olhando pra dentro de mim mesmo. Todos meus sentidos em riste apontam minhas memórias. E lá está ela, me perguntando “que ?” a cada vez que me pega olhando fixamente para o modo como anda, como fala, como age. E, a cada vez que isso acontece, aquele sotaque escancara todas as terminações nervosas dos ouvidos e vai bater bem lá dentro desta minha combalida caixa toráxica. Daí que sou abatido, por dentro, por aquele sotaque que, anunciando que seremos todos mais felizes, andou ecoando pelos cômodos desta casa. Especialmente no quarto, em momentos de animadas conversas sobre apreços, pontuando nossos desejos. Um sotaque que fazia a diferença, mesmo quando estávamos em silêncio.
E o que dizer do jogo de busca pelas minúcias ? Haveria pudores em falar das sacanagenzinhas ensejadas e praticadas na surdina ? Talvez eu devesse falar da mão no meu queixo, um gesto quase ninja, como a pedir para que eu ficasse quieto ? Ou das imagens em vídeo que ela trouxe de suas entrevistas, especialmente aquela imagem que ficou parecendo cena filmada pelo Bertolucci e me fez abraça-la ainda mais forte ? Poderia ser igualmente marcante o momento em que ouvimos novamente uma música do Cordel do Fogo Encantado, lembrando do primeiro show que assistimos juntos ?
Ou quem, sabe, seja melhor sintetizar. Tratamos aqui de um jogo sensorial de reconhecimento, que inclui uma toalha molhada jogada na cama: única reclamação que acabei deixando escapar. Ela me disse que teve medo em bagunçar minha casa funcional, devido às marcas de método visíveis por todo o lugar. Bullshit, eu pensei, mas não disse. Acabei dizendo que, somente agora, com trinta anos, é que fui entender o que é saudade.
São mostras de uma estratégia de sintonia fina, como não canso de dizer, azeitadas por descobertas cotidianas de duas pessoas que gostam de trabalhar com silêncios. Como o silêncio que um mantinha enquanto vigiava/pesquisava o modo como o outro dorme. Uma brincadeira de gato e rato que praticaremos com nosso bebê, ensinando-o como pode ser fascinante e estimulante o processo de viver juntos. Uma lição reforçada com os carinhos aprendidos. Carinhos tão necessários para nós dois, como passar óleo em sua barriga, espalhando perfume de amêndoas no que é habitat natural para nosso bebê.
Já disse: todos meus sentidos ficam em riste diante dela. Por isso, bateu mais forte o cheiro de amêndoa estampado em meus dedos, enquanto o ônibus partia em direção de Belo Horizonte. E este cheiro me conectou ao momento em que ela abraçou meus pais quando se despediu, ouvindo deles que apostam que me fará feliz.
Naquela noite, me permiti, talvez pela primeira vez, sonhar com o futuro.
[Escrevi este texto logo depois que Ana Elisa Ribeiro voltou para Belo Horizonte, depois de passar o Ano Novo comigo, aqui nesta terra plana. Apenas duas ou três pessoas, incluindo Ana, conheciam este texto, que não é minha forma habitual de escrever. Relutei muito em publica-lo neste blog, mas considero que este é um momento propício.]
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Jorge Rocha
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Perdeu, playboy
Jules Rimet não compareceu à sua festa de aniversário, realizada ontem no Assis. Estava de luto por conta da morte de Leonel Brizola. Com esta ausência, acabou não “conhecendo” Miyuiko, a gueixa oriental da Baixada Campista, que alugamos como presente para ele. Tivemos que dispensar seus serviços. Tremenda desfeita, Jules.
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Jorge Rocha
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Malditas piadas internas
Churrasquinho literário é o que há.
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Jorge Rocha
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segunda-feira, junho 21, 2004
A ponte
A quarta ponte de Campos, prometida pela governadora Rosinha Garotinho, promete unir mais do que Guarus ao Centro da cidade. O jornalista Roberto Barbosa, que escreve a biografia do ex-prefeito Zezé Barbosa, garante que o eterno desafeto de Garotinho vai prestigiar o lançamento do projeto, nesta quarta-feira, na sede da Associação Comercial de Campos (ACIC). “Não tenho nada contra Rosinha”, diz Zezé. Garotinho deve estar presente.
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Momento AM
Abraço para o amigo João Paulo Arruda, que, depois que virou editor executivo do Extra, não manda mais notícias. Doc Holliday te espera no curral ok.
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domingo, junho 20, 2004
Manos velhos
Amanhã será dia de bebedeira dupla. Jules Rimet e Alexandro F ficarão mais velhos. E vão pagar todas as rodadas de cerveja no Assis.
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Jorge Rocha
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sexta-feira, junho 18, 2004
Bem na foto
Todo mundo hoje na Bienal, para o lançamento de Impressões, livro do caro amigo Wellington Cordeiro. O primeiro que chegar ganhará uma bala jujuba, oferecida por César Ferreira.
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Jorge Rocha
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quinta-feira, junho 17, 2004
Flashbacks da mesa na Bienal
Uma banda tocando atrasou bastante o início do bate-papo. Vitor Menezes desfiou estatísticas, como um verdadeiro gentleman. Jules Rimet ficou indignado, porque saiu no Terraplana que ele é pervertido. Eugênio Soares desancou os memorialistas. Um monte de gente amiga em volta. A "revelação" de que eu participei do I FestCampos de Poesia Falada. As caretas de Artur Gomes enquanto Arlete Sendra falava de sua poesia. César Ferreira sem reclamar. Eu apresentei Jules Rimet como o melhor escritor de Campos da atualidade. Uma dose de uísque para cada um dos palestrantes molhar a palavra. Eu bebi a minha dose e a do Eugênio Soares. Rodrigo Florêncio não pôde ir. As discussões sobre escritores marqueteiros. Marco Antonio Gondim disse que fazemos parte da Conspiração Aquariana. Marcelle Louback foi pega de surpresa para interpretar um conto no sarau. Gustavo Soffiati fez três perguntas um tanto quanto impertinentes. Renata Lourenço disse que eu estava vestido de Paulo Coelho. Vitor Menezes ainda reluta em se assumir. Como escritor, bem entendido. Márcio Aquino, Alexandro F, Quésia F e Simone Pedro foram devidamente apresentados à platéia. Douglas Venoso não foi. André Zamana, vestido como Família Buscapé também interpretou contos. O discurso de Arlete Sendra sobre a necessidade de aproximar a "nova geração" e a Academia Campista de Letras. A bebemoração depois da Bienal, emendando o assunto. Felipe Sales foi embora cedo e não esticou no Assis. Vanilze de Carvalho, filha de Waldir de Carvalho, quis ser "adotada" por nós. E isso é só o começo.
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Jorge Rocha
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Terra de estante
Ana Elisa Ribeiro fala aqui sobre como o amor é fodido.
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Jorge Rocha
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Update
Tem edição nova de Paralelos no ar. Dessa vez, sobre poesia. Há ainda uma resenha-conversa deste que vos digita com João Filho, sobre Mal pela raiz, livro de estréia de Jorge Cardoso.
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quarta-feira, junho 16, 2004
Sabe tudo
Reparem, na foto que o César Ferreira publicou da nossa mesa na Bienal, ontem, para quem José Cândido de Carvalho está olhando atentamente. Esse cara sabe das coisas. E já deve ter escolhido o seu predileto da nova geração.
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Vitor Menezes
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terça-feira, junho 15, 2004
Conselho
Por falar nisso, aí vai um serviço de utilidade pública: muito, mas muito! cuidado com a esfirra vendida no Café Literário.
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Felipe Sáles
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Mensagem subliminar
Observação de uma amiga, estudante de Design, durante a Bienal de Campos: a logo do evento é (ou se parece) com um coração, ora pois, símbolo do atual governo. De cabeça para baixo, no entanto, a logo parece (ou é) uma bunda defecando.
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Felipe Sáles
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Intimação
Todo mundo hoje no Café Literário da III Bienal, às 19h, para o bate-papo que eu, JR, Jules Rimet e Eugênio Soares teremos sobre literatura campista.
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segunda-feira, junho 14, 2004
Osorianas I
Osório Peixoto é um figuraça. Estava tão à vontade no Café Literário onde lançou o seu 500 anos dos Campos dos Goytacazes, no último domingo, que chamou uma sobrinha e um neto para ficarem ao seu lado durante o bate-papo. Disse que era para não se sentir muito sozinho.
Osorianas II
Em outro momento, o escritor brincou com o fato de ter recebido uma bolsa mensal da Prefeitura para fazer o livro. Disse que comeu esse tempo todo, foi ao cinema, e que agora tinha a obrigação de dar o livro de graça para o povo, lembrando, em seguida, o problema de serem apenas mil exemplares.
Osorianas III
Com a ajuda dos amigos, também lembrou do tempo em que trocava livro por peixe no Mercado Municipal e de uma hilária história dos tempos da ditadura, quando escolheu um lugar insuspeito para se esconder dos milicos: um hospício.
Osorianas IV
Sem cerimônia, Osório Peixoto jogou no colo do mediador, o professor Hélio Coelho, uma pergunta chata feita por Zacarias Albuquerque sobre o caráter administrativo das câmaras municipais no Brasil Império. Helinho, habilidoso como só ele, deu conta do recado.
Osorianas V
Ivan Viana, querendo transformar Osório em herói da resistência ao Golpe de 64 logo a partir do 1º de abril daquele ano, mandou pergunta com jeito de cruzamento na área: "Osório, você lembra da manifestação popular que fizeram na Praça São Salvador logo no dia seguinte ao Golpe? Não tenho notícia de que tenha havido uma semelhante em nenhuma outra cidade do país..." Ao que Osório respondeu candidamente: "Lembro não, estava em Atafona".
Osorianas VI
Depois de uma longa fila de autógrafos, Osório admitia: "já estou indo na intuição, passo a mão no braço pra ver se é homem ou mulher e mando a dedicatória. Não estou enxergando mais nada".
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Vitor Menezes
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Missão cumprida
Tem sido bacana ver o Terra Plana circular na III Bienal. Muita gente reclamando da impressão. Muita gente reclamando de um detalhe ou outro. Mas muita gente parando para ler no Café ou guardando para ler em casa. Valeu a pena a maluquice que foi tê-lo feito. Acho que Jorge Rocha e Rodrigo Florêncio devem achar o mesmo.
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Vitor Menezes
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Deixe-o falar
Ivan Proença, professor e escritor que esteve no Café Literário do primeiro dia da III Bienal do Livro de Campos, no sábado, é um sujeito que merece ser ouvido, ouvido e ouvido, pelo tempo em que ele quiser falar, por tudo o que ele representou na luta pela democracia no Brasil. Mas sua persistente visão maniqueísta de mundo é de um atroz anacronismo. Não por acaso, fez tantos elogios à senadora Heloísa Helena.
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Vitor Menezes
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Parceria
Eis aqui dois contos feitos em parceria por este que vos digita e Löis Lancaster. A proposta foi a seguinte: cada um escreveria um trecho do conto do outro. Descubra quem escreveu o que.
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domingo, junho 13, 2004
Bienal do Livro
Como é bom ver crianças interessadas pela leitura. Clique AQUI e veja uma cena capturada na III Bienal do Livro de Campos, que começou no sábado, dia 12, e prossegue até 20 de junho na Fundação Rural de Campos. Entrada franca.
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sábado, junho 12, 2004
Que bom que disse...
O jornalista Boechat, divulgou neste sábado, dia 12, na coluna que assina no JB, que o carteiro de Campos (RJ), Rogério da Conceição Silva, foi a última pessoa escalada para correr com a tocha olímpica. Neste domingo, no Rio de Janeiro, o carteiro vai representar 60 mil colegas do país. A escolha dele, segundo o colunista, foi uma retribuição ao selo olímpico criado pelos Correios.
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Até quando?
Quem vai dar um ponto final NISSO? Cena tantas vezes vista, em um valão, na Avenida Visconde do Rio Branco, em Campos (RJ).
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quarta-feira, junho 09, 2004
Caso Arnaldo x MP na pauta do TJ
Está previsto para 15 de junho, próxima terça-feira, o julgamento do Agravo de Instrumento em que são partes o prefeito de Campos, Arnaldo França Vianna (e outros) e o Ministério Público, que é o autor (agravante) no Agravo. O recurso está na Nona Câmara Cível sob o nº 2003.002.13182 (2ª instância). O relator é o desembargador Renato Simoni.
A Ação Civil Pública foi proposta na 4ª Vara Cível de Campos, processo nº 2003.014.016724-4, mas houve recurso pra segunda instância, o Tribunal de Justiça.
Obtive a data do julgamento através de consulta no site do Tribunal de Justiça. Veja AQUI. Caso não consiga visualizar, consulte por AQUI.
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terça-feira, junho 08, 2004
Sina?
Se a tradição for mantida, Geraldo Siqueira Pudim, caso eleito, em pouco tempo deverá ser adversário político de Anthony Garotinho (pra não dizer inimigo). Explico: Pudim, conforme anunciado pelo PMDB local, será o candidato do partido (lê-se também de Garotinho) à sucessão municipal em Campos. O passado mostra que prefeitos apoiados por Anthony Garotinho deixaram de seguir o "mestre". São eles: Sérgio Mendes (1993/1997)e Arnaldo Vianna (1998/2004).
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[momento am]
Abraço para o bravo colega Avelino Ferreira, que ainda aguarda que alguém viabilize a publicação do seu livro sobre José Cândido de Carvalho. Churchill até já ofereceu a sua impressora-editora.
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Exclusivo!
Roberto Carlos se apresentou em Campos no domingo passado e só a urgentista Fátima Nascimento viu. Olha só.
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Vitor Menezes
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segunda-feira, junho 07, 2004
Site da Bienal
Tá aqui tudo o que você queria saber sobre a III Bienal do Livro de Campos.
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Vitor Menezes
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Contradição
O novo partido da esquerda que não é governo, o PSol (Partido do Socialismo e da Liberdade), que pede hoje registro provisório, nasce abrigando uma contradição. Alguém aí já viu Socialismo e Liberdade num mesmo lugar?
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Vitor Menezes
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